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Stock Car vê montadoras “explorando possibilidades” com junção ao Super TC 2000

Santa Cruz do Sul segue no calendário da Stock Car em prova conjunto ao Super TC 2000 argentino. Segundo o chefe da categoria brasileira, a ideia dessa unificação partiu de Toyota e Chevrolet, que querem explorar o mercado da América do Sul

Grande Prêmio / FELIPE NORONHA, de São Paulo

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No começo de março, antes da paralisação do automobilismo - e do esporte - pelo mundo em razão da pandemia de coronavírus, a Stock Car anunciou que a etapa de Santa Cruz, marcada para julho, será realizada em conjunto ao Super TC 2000, categoria argentina de turismo.

Por mais que mudanças no calendário possam ocorrer, no momento o dia 19 de julho segue como o marcado para receber as duas categorias sulamericanas. Mas por qual razão essa junção ocorrer?
Carlos Col (Cauê Moalli/Grande Prêmio)
Segundo Carlos Col, chefe da Stock Car, a ideia foi de Chevrolet e Toyota, montadoras que estão na categoria brasileira e também na do país vizinho.

"A junção é na busca de um complemento do projeto novo, que está muito voltado para as montadoras, e as montadoras estão voltadas, regionalmente - ou seja, América do Sul - para atividades que sejam unificadas", contou ele ao GRANDE PRÊMIO.

"Então, na mesma linha, estou buscando aproximação com a categoria argentinas onde estão as marcas e montadora, e esta é a Super TC 2000. Vem das montadoras em geral, e vem da minha leitura de necessidade dessa aproximação e aproveitamento de sinergias", seguiu.
As novas máquinas da Stock Car: Corolla e Cruze (Foto: Duda Bairros/Stock Car)
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A Chevrolet já está há anos na Stock Car, mas a marca japonesa chega em 2020. E está ansiosa, seguno o dirigente: "A Toyota está muito entusiasmada. O Matías Rossi [trazido pela montadora para correr na Full Time] é um piloto oficial deles há algum tempo, e eles falam muito bem - e isso vai nos ajudar na questão da divulgação geral."

A divulgação, aliás, foi um tema abordado na entrevista, e o quão ele crê que essa união vai ajudar na exposição da categoria na Argentina: "Eles têm um profundo respeito e admiração pela Stock Car. Pelo profissionalismo, pela performance, pela qualidade dos nossos carros. Vamos trabalhando, caminhando e explorando possibilidades."

"Sem dúvida o público argentino é mais fanático, lá tem mais cobertura da imprensa e o ciclo se retroalimenta", completou, quando questionado sobre se o brasileiro consegue se igualar aos vizinhos na paixão pelo esporte.

"Acho que não, acho que não é isso (a junção)  que vai motivar o píublico brasileiro a ir aos autódromos. Mas sim a gente melhorar nossos espetáculos - não só ligados à competitividade e à corrida em si, mas outros atrativos que a gente possa oferecer em um final de semana de evento para toda a família e não só para aquele que é aficcionado por automobilismo", finalizou Col.


 
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