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Felipe Baptista ressalta importância de trabalho com coach para adaptação na Porsche Cup: “Ajuda bastante”

Felipe Baptista faz sua estreia na Porsche Cup em 2019. Vindo diretamente do kart, o jovem piloto conta com duas fundamentais ajudas para o campeonato, que é a de seu irmão Vitor e a de seu coach Fábio Carbone

Grande Prêmio / NATHALIA DE VIVO, de São Paulo
Estrear em uma categoria pode ser bastante emocionante, mas aquela ajuda extra é sempre bem-vinda. Disputando sua primeira temporada na Porsche Cup, Felipe Baptista conta com dois importantes nomes em seu box: Fábio Carbone e o irmão Vitor.
 
Vindo dos karts, o ano de 2019 marca a chegada do piloto nos carros. E o jovem de 16 anos não chega desamparado, tendo a valiosa ajuda de seu coach Carbone, além também da sabedoria do irmão mais velho, campeão da Carrera Cup 3.8 em 2018.
 
“É bem grande [a importância do coach]. O Carbone me ajuda sempre a achar o melhor acerto para o carro. O Vitor, que andou ano passado no carro, sabe como funciona cada pista com o carro, então ele me ajuda também bastante”, contou ao GRANDE PRÊMIO.
 
“O Fabio faz o shakedown nos carros, ele também morou muito tempo lá no Japão, na Inglaterra, sabe bastante sobre todos os tipos de carro também. Então eles sempre me ajudam a achar o melhor tipo de acerto, quando falo ‘ah, o carro está fazendo tal coisa’, eles falam onde tenho que mexer”, continuou.
Felipe Baptista (Foto: Victor Eleutério)
“Então isso ajuda bastante, e também ajuda bastante em uma pista como essa que eu nunca tinha andado, não conhecia”, completou.
 
O titular da Academia Shell Racing ainda apontou as principais dicas oferecidas por seus ‘mentores’, além de ter sublinhado a importância para se adaptar na Porsche Cup. “Um pouco mais de freada, de como frear mais tarde, não deixar travar roda, não deixar a traseira escapar muito, e algumas manhas de cada pista”, falou.
 
“Eles já andaram em todas as pistas do Brasil, então eles sabem em cada ponto que dá para forçar mais, então isso ajuda bastante”, continou.
 
“Sim, acho que isso ajudou muito. Com o carro eu consegui me adaptar bem rápido, mas aquele limite que você precisa achar, mas ainda não estava achando, eles me ajudaram bastante a achar isso”, emendou.
Marçal Müller (Foto: Luca Bassani)
Mas Felipe não é o único que conta com o trabalho de coach na Porsche Cup. Outros exemplos vistos é Renan Guerra trabalhando com Paulo Totaro, Cacá Bueno que está ao lado de Sylvio de Barros, e Daniel Serra auxiliando Marçal Müller, que frisou a boa ajuda que tem com o bicampeão da Stock Car.
 
“Tem uma importância muito grande. Com a minha experiência no automobilismo é pequena, comecei a correr de carro em 2015, então principalmente a construção do final de semana e a velocidade do carro que ele me passa nas clínicas de pilotagem me ajuda bastante”, disse o vice-líder da Carrera Cup 4.0.
 
“É sensacional [trabalhar com o Serra]. O Dani, além de excelente piloto é excelente pessoa, um cara muito humilde, então é muito bom de trabalhar com ele”, encerrou.