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MotoGP

Viñales foca no acerto e deixa de buscar tempo na Malásia: “Não sei como resisti”

Depois de ganhar fama como ‘leão de treino’, Maverick Viñales abandonou a busca por volta rápida e focou na competitividade da YZR-M1. O #12 contou que foi difícil resistir ao ataque de tempo, mas foi acalmado pela equipe

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
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Maverick Viñales apareceu para a temporada 2020 da MotoGP com um estilo diferente. Outrora conhecido como ‘leão de treino’ ― uma alcunha que ganhou após liderar a pré-temporada, mas acabar fora da briga pelo título ―, o #12 deixou de lado a tabela de tempos e tratou de focar na competitividade da YZR-M1. 
 
Entre os primeiros nos dois dias iniciais em Sepang, Maverick acabou fechando a bateria apenas com a 16ª marca, 0s544 atrás do líder Fabio Quartararo. Apesar de ter sido o mais lento entre os pilotos permanentes da Yamaha, já que não fez um tempo de ataque como a maioria dos rivais, Viñales impressionou na simulação de corrida.
Maverick Viñales (Foto: Yamaha)
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“Estou muito positivo, pois hoje [domingo] melhoramos muito a moto, especialmente para a corrida”, disse Viñales. “Com o pneu da corrida, o setup da corrida, nós tivemos um ritmo bom, que senti bem competitivo”, seguiu.
 
“Na [última manhã], todos colocaram os pneus supermacios e foram buscar tempo. Não sei como resisti! Eu estava dizendo: ‘Não, não, não, [quero fazer] um tempo de ataque’”, contou. “Mas o time me acalmou e disse: ‘Ok, você está aqui para trabalhar’. Foi isso que fizemos, trabalhamos bastante. A sensação ainda não é a melhor, mas estou chegando lá e isso é o mais importante”, apontou.
 
Viñales explicou que a equipe está trabalhando no acerto da M1 pensando em cenários variados, uma meta mais importante do que estar na parte de cima da tabela dos testes.
 
“Nós estamos tentando conseguir o máximo de acertos para todos os casos que podem acontecer: sem aderência, muita aderência, então era importante trabalhar nisso”, justificou. “É difícil, porque nós sempre corremos depois da Moto2, quando a aderência não é inacreditável. Mas quando fiz o long-run. A aderência estava muito baixa, vi a maioria dos pilotos em 2min00s e eles não podiam baixar”, recordou.
 
“Agora vamos ver se a moto funciona como aqui no Catar”, encerrou. 


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