MotoGP

Rossi vê fim de semana positivo na Áustria: “Alguma coisa mudou na Yamaha”

Quarto colocado no GP da Áustria, Valentino Rossi avaliou que a Yamaha passou a trabalhar mais duro na recuperação da YZR-M1. O italiano celebrou a performance em uma pista onde a YZR-M1 costuma sofrer

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
Valentino Rossi saiu feliz e contente com o quarto posto no GP da Áustria. Apesar de não ter conseguido brigar pelo pódio, o italiano esperava dificuldades maiores numa pista que não costuma ser das melhores para a Yamaha.
 
Desta vez, porém, o time de Iwata mostrou uma evolução considerável no Red Bull Ring. Rossi, por exemplo, foi 12s2 mais rápido do que na corrida do ano passado e recebeu a bandeirada em quarto, 7s719 atrás do vencedor Andrea Dovizioso. 
Valentino Rossi (Foto: Red Bull Content Pool)
Paddockast #28
INTERROGANDO Flavio Gomes: O Boto do Reno


Ouça: Spotify | iTunes | Android | playerFM

“No fim, foi um bom fim de semana, com uma corrida bem boa”, disse Rossi. “No papel, nós deveríamos sofrer muito aqui na Áustria, como no passado, mas, desde o início do TL1, nós vimos algo bom”, seguiu.
 
“Nós melhoramos, especialmente em consistência e aderência dos pneus. Fiz uma largada muito boa e primeiras voltas muito boas. Fui forte e consegui recuperar muitas posições”, avaliou.  “Eu estava em uma boa posição para lutar pelo pódio, mas, infelizmente, os caras que estavam na minha frente ― especialmente Dovi e Márquez, mas também um pouco Quartararo ― eram mais fortes do que eu. Então não pude lutar com Fabio”, reconheceu.
 
“Mas, no fim, é um resultado positivo, porque eu sofri um pouco no final. Viñales e Rins se aproximaram de mim, mas eu consegui pilotar bem e chegar na frente. No final, o quarto lugar não é tão ruim”, ponderou.
 
Antes da pausa das férias, Rossi atravessou uma fase bastante ruim na MotoGP. Depois de abandonos em Mugello, Montmeló e Assen, o italiano foi apenas oitavo na Alemanha.
 
Questionado sobre o que mudou desde então, Rossi respondeu: “Nós estamos bem felizes, porque parece que a segunda metade da temporada começou melhor. A primeira metade teve corridas muito, muito ruins”.
 
“Mas parece que algo mudou na Yamaha e a Yamaha começou a trabalhar mais duro e de uma maneira melhor para melhorar a moto. Quando chegamos aqui na sexta-feira, nós entendemos que demos um passo com a eletrônica e a aceleração e conseguimos ser mais competitivos, pois sempre sofremos nesta pista”, recordou. “Então isso é o mais importante. Com certeza, nós temos muito trabalho a fazer, porque, especalmente Dovi e Márquez, com Ducati e Honda de fábrica, são mais rápidos do que nós, mas foi um bom ponto de partida”, avaliou.
 
“Agora nós temos uma semana para descansar depois de duas corridas em sequência. Depois vem Silverstone. Espero que o clima seja bom, pois gosto muito da pista e parece que, com o novo asfalto com melhor aderência e menos ondulações, podemos ser fortes com a Yamaha”, previu. 
 
Apoie o GRANDE PRÊMIO: garanta o futuro do nosso jornalismo

O GRANDE PRÊMIO é a maior mídia digital de esporte a motor do Brasil, na América Latina e em Língua Portuguesa, editorialmente independente. Nossa grande equipe produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente, e não só na internet: uma das nossas atuações está na realização de eventos, como a Copa GP de Kart. Assim, seu apoio é sempre importante.

Assine o GRANDE PREMIUM: veja os planos e o que oferecem, tenha à disposição uma série de benefícios e experências exclusivas, e faça parte de um grupo especial, a Scuderia GP, com debate em alto nível.