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MotoGP

Lorenzo lamenta não ter testado Yamaha de 2020 em Sepang: “Seria interessante”

Jorge Lorenzo lamentou não ter podido testar a versão mais nova da YZR-M1 na Malásia. O #99 avaliou que seria interessante ter uma terceira opinião dos pontos fortes e fracos da Yamaha

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
Recém-contratado pela Yamaha para atuar como piloto de testes, Jorge Lorenzo participou de dois dias de atividades na Malásia ― um durante o shakedown e outro na primeira bateria da pré-temporada 2020 da MotoGP. Mas não teve a chance de guiar a versão mais atual da YZR-M1.
 
Tricampeão da MotoGP, Lorenzo rodou apenas com a moto de 2019 e vai ter de esperar uma próxima oportunidade para avaliar o novo protótipo. 

No último dia do teste malaio, Lorenzo completou um total de 46 voltas e, com a melhor delas em 1min59s697, ficou com o 21º posto no combinado dos três dias, 1s348 mais lento que Fabio Quartararo, o líder.
Silvano Galbusera e Jorge Lorenzo (Foto: Yamaha)
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“Infelizmente, por algumas razões, a Yamaha decidiu não me dar a nova moto para testar na última tarde”, disse Lorenzo. “Eles estavam pensando nisso, mas, no fim, decidiram não me deixar testar e, você sabe, este teste não era ‘seguro’ para isso. Nós chegamos a tempo, então essa é a parte boa. A parte ruim é que não tivemos tempo o bastante ou peças o suficiente para ter uma moto nova para mim”, seguiu.
 
“Isso seria interessante, ter uma terceira ou quarta opinião de um ponto fraco ou de um ponto positivo que a moto tem”, considerou.
 
Lorenzo, no entanto, celebrou a chance de voltar a guiar a M1 depois de três temporadas longe do protótipo nipônico.
 
“É uma boa sensação, não? Como senti no primeiro dia, essa moto não mudou muito, felizmente ― ou infelizmente! Depende do seu ponto de vista”, comentou Lorenzo. “Mas a moto ainda é muito competitiva, é muito fácil para o piloto, especialmente se você é um piloto suave, como é o meu caso”, comentou.
 
“Durante esses dois dias, vi dois ou três pontos fracos que precisam ser focados, mas também temos muitos pontos fortes e precisamos manter esses pontos fortes que tínhamos no passado”, avaliou.
 
Questionado sobre quais são os pontos fracos da YZR-M1, Lorenzo foi evasivo: “Digamos que os pontos fortes que os outros têm, nós não temos. Então você pode imaginar um pouco...”.
 

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