Indy
04/08/2018 12:10

Indy reage ao fim da parceria com Mazda ao final de 2018 e anuncia criação de sistema de superlicença

A Indy não perdeu tempo após a saída da Mazda do Road to Indy e anunciou novidades para prestigiar suas categorias de acesso e facilitar a entrada de pilotos formados na base
Warm Up / Redação GP, de São Paulo
 Jordan King (Foto: Indy)
O anúncio da saída da Mazda como patrocinadora principal do Road to Indy no início da semana preocupou bastante, mas a Indy resolveu dar uma resposta imediata para garantir a continuidade do seu programa de formação de pilotos sem maiores sustos.
 
A categoria lançou um plano para os próximos cinco anos com quatro principais pontos a serem seguidos: redução de pagamentos de inscrições, crescimento na premiação para competidores, criar um plano para superlicença e aumentar as chances de testes para jovens. A Indy espera reduzir em $ 100 mil - cerca de R$ 371 mil - os custos e aumentar para $ 1,1 mi - cerca de R$ 3,8 mi - a bolsa ao campeão da Indy Lights.
 
Além da saída da Mazda do Road to Indy, o novo plano da Indy também tem a ver com a entrada de novas equipes, valorizando, assim, aqueles que são formados nas categorias de base. Os únicos campeonatos que darão licença imediata aos pilotos independentemente de resultados são a F1 e a Nascar.
Robert Wickens teria problemas com a superlicença da Indy (Foto: Indy)
Para outras categorias, a regulamentação já está sendo definida. Para a Lights, por exemplo, o piloto estará elegível para a superlicença disputando uma temporada completa e fechando no top-3. 
 
Por outro lado, Robert Wickens, René Binder e Jordan King, por exemplo, vindos do DTM, World Series e F2, respectivamente, teriam de fazer solicitações pela superlicença por uma pontuação diferenciada. 
 
Além disso, haverá também uma licença para testes também com pontuações. Para pilotos da Lights, oito corridas serão necessárias ou então duas vitórias, enquanto que na Pro Mazda serão necessários três triunfos.