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F1

Por estabilidade nas regras, Mercedes descarta pré-temporada com dois carros

James Allison, diretor-técnico da Mercedes, entende que não é necessário que a equipe lance mão de estratégia semelhante ao que adotou nos testes em Barcelona no ano passado, quando adotou um carro para a primeira semana e outro modelo, redesenhado, para a segunda bateria de pré-temporada

Grande Prêmio / Redação GP, de Sumaré

Em 2019, a Mercedes adotou uma programação bastante peculiar para os testes de inverno, realizados em Barcelona. Na primeira semana, colocou na pista catalã o W10 da forma como foi apresentado ao público e depois da realização do shakedown em Silverstone. Contudo, o modelo levado para a segunda bateria de testes de pré-temporada foi bastante diferente. Para 2020, James Allison entende que não há a necessidade de lançar mão de cronograma similar para o W11.
 
“Ainda temos melhorias para Melbourne, que virão na segunda semana de testes, mas não vai se tratar de um carro totalmente novo”, explicou o diretor-técnico da Mercedes depois do lançamento do W11, realizado nesta sexta-feira (14).
Lewis Hamilton guiou o novo W11 em shakedown nesta sexta-feira (14) (Foto: Mercedes)
“No ano passado, a regra mudou de maneira bem significativa, e isso ficou decidido no fim do ano. Diante das circunstâncias, criar um carro de lançamento e outro para a segunda semana de testes nos deu a oportunidade de aprender ao máximo e de aplicar o aprendizado ao carro que teríamos na primeira corrida do ano, em Melbourne. As regras não mudaram tanto neste ano, portanto não faria sentido repetir a abordagem do ano passado”, justificou o britânico.
 
Allison, um dos responsáveis diretos pelo projeto do novo W11, explicou as poucas mudanças aparentes do carro prateado.
 
“Na parte dianteira, empregamos mais complexidade estrutural com a finalidade de conseguir uma melhor montagem. Atrás, optamos por um projeto arriscado da suspensão, para, assim, abrirmos mais alternativas aerodinâmicas”, disse.
 
“Esses investimentos são melhorias por si só, mas seu efeito real é conseguir avanços aerodinâmicos tanto no inverno como ao longo da temporada, é o que esperamos”, finalizou.
 
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