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F1

Mercedes descarta polêmica e diz que deu “todas as opções” a Hamilton para bater Rosberg em Abu Dhabi

Toto Wolff, chefão da Mercedes, afirmou que a opção de pneus para a parte final da corrida em Abu Dhabi foi de Lewis Hamilton. O dirigente assegurou que o inglês teve liberdade para escolher sua própria estratégia de pit-stop

Warm Up / EVELYN GUIMARÃES, de Curitiba
A Mercedes assegurou que a decisão de prolongar a segunda parada e de usar os pneus macios na parte final da corrida em Abu Dhabi foi inteiramente de Lewis Hamilton. Depois das críticas que o inglês fez após a prova no Brasil quando à escolha da estratégia, a equipe prateada revelou que optou por entregar ao tricampeão a escolha da tática em Yas Marina neste domingo (29).  Ainda assim, o britânico não conseguiu brigar com Nico Rosberg pela vitória e chegou novamente em segundo. 
 
Rosberg largou da pole-position e manteve a ponta depois da largada, sempre seguido pelo companheiro de equipe, que não conseguiu acompanhar o ritmo na parte inicial da prova. Depois da segunda parada, quando ambos trocaram os pneus supermacios pelos macios, Lewis passou a andar mais rápido que o líder e se aproximou.
A corrida terminou como começou: com Rosberg à frente de Hamilton e Räikkönen (Foto: Getty Images)
Aí veio o segundo pit-stop de Rosberg, mas Hamilton preferiu ficar mais tempo na pista, talvez pensando em não parar mais. Mas a equipe prateada interviu e afirmou que o piloto tinha de parar e colocar pneus macios novamente. Hamilton protestou, mas não teve escolha.
 
"Sim, nós ouvimos suas críticas da última vez e demos a ele todas as opções de corrida e de escolha de pneus. E isso é importante mostrar aos fãs", afirmou Toto Wolff, o chefão da Mercedes, em entrevista ao canal Sky Sports F1. 
 
"Mas realmente foi difícil. Nico era o cara mais rápido hoje e foi complicado lidar com isso. Por fim, Lewis optou pelos pneus mais duros, porque não era o mais correto decidir pelos supermacios."
 
"De fato, ele não tinha muito como tomar uma decisão diferente, o supermacio durava apenas sete ou oito voltas, mesmo com o carro mais leve no fim. Foi uma decisão dele e de seu engenheiro", acrescentou o austríaco.
 
"Houve muita conversa, não sei o que realmente apareceu na transmissão, mas o mais importante é que nós queríamos dar a ele uma chance real de brigar pela vitória, mas o ritmo não veio no final, mas a decisão foi dele", encerrou.

 

A que ponto chegamos: F-E cria Roborace, categoria em que os carros NÃO SÃO guiados por pilotosQue acham disso?...

Posted by Grande Prêmio on Sexta, 27 de novembro de 2015
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