F1

Hamilton justifica preferência pelo #44 em 2015, mas afirma: “Não significa que não sou o número 1”

Lewis Hamilton poderia correr com o número 1 no carro em 2015, porém rejeitou o mais simbólico dos algarismos no automobilismo para continuar com o seu numeral preferido: “É da minha família”

Warm Up, de Barcelona / RENAN DO COUTO, de Barcelona
Lewis Hamilton disse que para ele é irrelevante o simbolismo do número 1, daí a opção de continuar com o 44 na temporada 2015 para tentar o tricampeonato da F1.
 
Desde o ano passado, os pilotos podem escolher os números com os quais correm. Hamilton escolheu o 44, e com ele conquistou o bicampeonato. Podendo mudar neste ano, ele não quis.
O #44 continua estampado no bico da Mercedes (Foto: Xavi Bonilla/Grande Prêmio)
“Todos podem usar o número 1 quando vencem o campeonato, mas isso é irrelevante para mim. O 44 significa mais para mim do que o 1. Mas isso não significa que não sou o número 1”, declarou o britânico neste sábado em Barcelona.
 
“O 44 é o número da minha família, é o que eu tinha quando disputei a minha primeira corrida. Significa algo para mim”, falou.
 
“Já o número 1, Vettel teve, Schumacher teve, todos os campeões tiveram. Nenhum deles teve o 44. O 44 é meu”, concluiu.
 
O próprio Hamilton já correu com o #1 na categoria, em 2009, depois de conquistar seu primeiro título. Mas aquele foi um ano ruim para ele, que venceu apenas duas provas e terminou o Mundial de Pilotos na quinta posição.
 
A última vez que o Mundial de F1 não teve um carro com o número 1 no bico foi em 1994. Como Alain Prost se aposentou após o tetracampeonato, a Williams correu com os carros 0 e 2. O mesmo já havia acontecido no ano anterior, após Nigel Mansell trocar a F1 pela Indy.