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F1

Chefe da Renault indica desejo de contratar Sainz: “É um piloto muito interessante para o futuro”

Carlos Sainz Jr. foi campeão da World Series by Renault em 2014 e tem sólidas ligações com a montadora francesa. Ligado à Red Bull e titular da Toro Rosso, o espanhol despertou interesse em Frédéric Vasseur como uma boa opção para o futuro do time na F1

Warm Up / Redação GP, de Sumaré

As performances recentes de Carlos Sainz Jr. na F1 começam a despertar a atenção de grandes nomes do esporte. No último domingo (12), o espanhol teve um grande desempenho no GP do Canadá e cruzou a linha de chegada em nono depois de ter largado em 20º. 
 
Sainz foi muito elogiado recentemente por Alain Prost, tetracampeão mundial de F1 e embaixador da Renault Sport. O ex-piloto e maior rival de Ayrton Senna na carreira considerou, contudo, que Carlos poderia ser o nome ideal para outro time do grid. “Eu o colocaria na Ferrari. Ele poderia complementar [Sebastian] Vettel e sabe trabalhar sob pressão”, elogiou.
 
Quem também demonstrou interesse em Sainz foi o chefe da Renault, Frédéric Vasseur. O dirigente francês não escondeu que sonha em contar com o espanhol em um projeto de longo prazo. Carlos tem uma boa história com a Renault. O jovem piloto da Toro Rosso foi campeão da F-Renault NEC (Norte Europeia) em 2011 e da World Series em 2014, um ano antes de ter sido promovido para a F1.
Carlos Sainz Jr. (Foto: Peter Fox/Getty Images)
“A primeira coisa que deveríamos saber é sobre sua situação contratual, mas ele é um piloto muito interessante para o futuro”, declarou o comandante da Renault em entrevista ao jornal espanhol ‘Marca’.
 
Recentemente, Vasseur disse que não tem interesse num eventual retorno de Fernando Alonso à Renault. O chefe da equipe disse que não gostaria de contar com o campeão de 2006, mas sim de ter no time o “campeão de 2020”
 

Portanto, o dirigente enxerga em Sainz um piloto com muito potencial para fazer da Renault novamente uma escuderia campeã mundial. No momento, Kevin Magnussen foi o único a somar pontos com o time de Enstone em 2016, enquanto Jolyon Palmer ainda não convenceu em suas atuações no seu ano de estreia na F1.
 
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