F1

Acionista e presidente, Ron Dennis reassume direção-executiva do Grupo McLaren

Ex-chefe de equipe e sócio-minoritário da McLaren, Ron Dennis vai substituir Martin Whitmarsh e acumular a função de diretor-executivo do Grupo McLaren

Warm Up / Redação GP, de São Paulo


O Grupo McLaren anunciou, nesta quinta-feira (15), que o presidente Ron Dennis vai passar a acumular também a função de diretor-executivo da companhia, até então nas mãos de Martin Whitmarsh.

Dono de 25% das ações da McLaren, Dennis foi chefe da equipe de F1 entre 1982 e 2009, tendo liderado a escuderia na conquista de dez títulos mundiais: Niki Lauda (1984), Alain Prost (1985, 1986 e 1989), Ayrton Senna (1988, 1990 e 1991), Mika Häkkinen (1998 e 1999) e Lewis Hamilton (2008).

Desde que se afastou do time de F1, em 2009, ele ocupava o cargo de presidente do Grupo e também da divisão automotiva – outra função que manterá. O britânico foi CEO entre 1982 e 2012.
Ron Dennis vai voltar a exercer mais influência sobre o time de F1 da McLaren (Foto: McLaren)



“Meus companheiros acionistas me escolheram para escrever um novo e empolgante capítulo na história da McLaren, começando por melhorar nossa performance dentro e fora da pista”, disse o veterano Dennis.

“Nas próximas semanas, pretendo empreender uma profunda e objetiva revisão de cada um dos nossos negócios, com a intenção de otimizar todos os aspectos das nossas operações, enquanto identificamos novas áreas de crescimento que capitalizam as nossas tecnologias, e, onde apropriado, investirmos nelas no futuro”, continuou.

“Em fevereiro, vou articular um novo grupo de estratégia e implementem a melhor estrutura organizacional para conseguir. Estou empolgado com a perspectiva de retornar à função de diretor-executivo do Grupo e trabalhar com meus muitos colegas e acionistas para atingirmos nosso objetivo – que é vencer em tudo o que fazemos”, encerrou.

A McLaren vem de uma de suas piores temporadas na F1 e terminou o ano sem nenhum pódio pela primeira vez desde 1980. Na época, isso fez com que John Hogan, homem-forte da Marlboro no esporte a motor, promovesse a chegada de Dennis a escuderia para substituir o então chefe Teddy Mayer. O melhor resultado foi o quarto lugar de Jenson Button no GP do Brasil.

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