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Após ano “bem complicado com a F-E”, Senna planeja 2015 com endurance e até como comentarista de TV

Com um calendário com poucas corridas em 2014, por conta de compromissos com a F-E, Bruno Senna afirmou que pretende conciliar os calendários de Endurance e da categoria elétrica para o próximo ano

Warm Up / NATHALIA DE VIVO, de São Paulo
Bruno Senna já está traçando os planos para o próximo ano. Em um evento em São Paulo neste sábado (8), o brasileiro afirmou que 2014 foi complicado por conta dos treinos da F-E, mas que já pensa em conciliar melhor a categoria dos carros elétricos com o WEC.
 
Neste ano, o piloto dividiu seu calendário entre os treinos de sua nova casa, a Mahindra, com os compromissos do Mundial de Endurance e os fora da pista. Por conta de tantas divergências, Senna disse ao GRANDE PRÊMIO que gostaria de ter corrido mais.
 
“Esse ano foi bem complicado com a F-E. Tinha muito treino fora da temporada, e isso interrompeu bastante a possibilidade de participar de outras coisas. As coisas foram raras e muito espaçadas, não curti muito”, disse.
 
“Tive muito trabalho fora do automobilismo, mas queria voltar ano que vem, fazer mais coisas de endurance e misturar bastante com o programa da F-E”, completou.
Bruno Senna (Foto: Reuters)
No último final de semana de novembro, Interlagos receberá as 6 Horas de São Paulo, etapa final da temporada. Porém, por um problema em seu carro, que se envolveu em um acidente, o brasileiro disse não ter certeza se estará no grid, mas já está conversando com duas equipes.
 
“A gente tinha um plano de estar no grid, mas infelizmente o carro que eu ia correr acabou sofrendo um acidente numa corrida anterior e o carro não vai mais aparecer no Brasil. Então a gente tá vendo quais as chances, mas não é a das mais altas. Hoje tenho contato com duas equipes”, explicou.
 
Por fim, Bruno falou de sua experiência como comentarista de F1 pelo canal inglês Sky Sports. Ele disse ter aprendido bastante e, quem sabe, poderá seguir carreira no papel algum dia. “Eu me divirto bastante. Eles são uma equipe muito profissional, me ensinaram bastante que eu não imaginava nesse negócio de transmissão de TV”, afirmou.
 
“Obviamente, gosto muito mais de correr do que do trabalho de TV – acho que não faz muito minha praia o negócio da TV –, mas nunca diga nunca. Não vou correr para o resto da minha vida, com certeza, e se tiver a oportunidade de fazer um bom trabalho técnico como comentarista, acho que seria uma boa ideia”, encerrou.