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Endurance

Rebellion encerra parceria com Toyota e procura novo fornecedor de motor para temporada 2015 do WEC

Parceria que rendeu título mundial em 2011, entre Rebellion e Toyota, foi desfeito após o time anunciar que a montadora japonesa não é mais sua fornecedora de motor. Chefe da equipe, Bart Hayden, não deu muitas pistas sobre próximo fornecedor

Warm Up / Redação GP, do Rio de Janeiro
A Rebellion vai competir o Mundial de Endurance em 2015 com um motor diferente do Toyota adotado nos últimos quatro anos. Juntas as empresas conquistaram da Le Mans Series em 2011 e campeão da categoria LMP1 na competição entre equipes particulares em 2014. A notícia foi confirmada pelo chefe de equipe, Bart Hayden, que, no entanto, não deu pistas sobre o novo fornecedor.
 
Hayden confirmou a mudança e disse que o time "ficou surpreso" ao olhar as possibilidades que o mercado coloca, citando algumas empresas como candidata em potencial. 
 
"A decisão de mudar foi tomada, mas não posso entrar em detalhes. Tudo que posso dizer é que, quando olhamos para o mercado ficamos surpresos com o número de opções", disse à 'Autosport'.
 
"Há a Judd com motor V8 e V10, o AER V6 turbo e o V8 desenvolvido por Neil Brown - baseado no motor V8 da Audi no DTM -, assim como opções da Honda e da Cosworth", seguiu.
Rebellion não terá mais Toyota como fornecedora (Foto: Facebook/Rebellion)
O chefe afirmou que a lista de equipes confirmadas na classe LMP1 do WEC, que será lançada na próxima semana, não necessariamente vai delatar a nova fornecedora, porém confirmou que a mudança pode fazer com que a equipe perca a primeira prova da temporada em Silverstone.
 
"Será mais uma temporada normal para a Rebellion com dois carros, se formos aceitos, mas ainda é cedo para dizer se estaremos em Silverstone", falou.
 
Embora Hayden tenha dito que nenhuma grande insatisfação com os motores Toyota se abatia sobre a equipe, ele confirmou que o fato de o modelo utilizado atualmente, o V8 de 3.4 litros, só estar disponível até o fim de 2015 fez a equipe pensar em outras alternativas. 
 
"Isso nos forçou a olhar para nosso futuro a longo prazo e perguntar se deveríamos mudar logo", confirmou.
 
Sobre os pilotos, ele afirmou que pretende manter os dois trios que estiveram com o time em 2014, mas não pode confirmá-los. "Não acho que será uma mudança muito grande, mas a Nissan ainda tem de fazer alguns anúncios e não sei se algum de nossos caras tem negociado com eles", concluiu.
 
A abertura da temporada do WEC, 6 Horas de Silverstone, acontece em 12 de abril.
 
FELIZES NO WEC

Anthony Davidson e Sébastien Buemi têm muito em comum.
 
Para um, a carreira na F1 durou 24 GPs entre 2002 e 2008 com Minardi, BAR e Super Aguri. Para o outro, foram 55 corridas consecutivas de 2009 a 2011 pela Toro Rosso. Ambos tiveram o apoio de grandes companhias para chegar à principal categoria do planeta e foram considerados bons pilotos diante dos carros com os quais correram. E ambos viram a porta da F1 fechar em suas caras, fazendo com que tivessem de caçar outros rumos.
 
O sonho que eles tinham também era o mesmo: poder acrescentar as palavras “campeão mundial” no currículo. Sonho este que foi alcançado de forma conjunta em 2014 — no outro Mundial.

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QUATRO DIAS A MENOS 

A Force India anunciou que não vai participar da primeira bateria de testes da pré-temporada em 2015, como havia previsto inicialmente. A equipe indiana havia programado andar em Jerez de la Frontera, entre os dias 1º e 4 de fevereiro, ainda com o carro de 2014. 
 
A esquadra comanda por Vijay Mallya optou por pular as atividades no sul da Espanha por "aprendizagem limitada" e agora vai concentrar todo o seu esforço para os treinos coletivos em Barcelona, que recebe as duas últimas sessões da preparação da F1 para o campeonato que começa em 15 de março, na Austrália.

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A NOVA M1

A Yamaha se tornou nesta quarta-feira (28) a primeira equipe da MotoGP a apresentar a versão 2015 do protótipo para o Mundial que começa no Catar, em 29 de março. Em um evento em Madri, a equipe japonesa revelou ao mundo as cores e o layout de sua M1, que será pilotada novamente pelo italiano Valentino Rossi, dono de sete títulos na classe rainha, e o espanhol Jorge Lorenzo, que já soma duas taças na principal categoria do motociclismo.
 
Nesta temporada, a meta da esquadra nipônica é tentar quebrar o domínio imposto pelo jovem prodígio Marc Márquez e a poderosa Honda. No ano passado, enquanto Márquez celebrou seu segundo campeonato do mundo na MotoGP, Rossi e Lorenzo completaram o campeonato na segunda e na terceira colocações, respectivamente. Juntos, os dois conquistaram apenas quatro vitórias. 

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