DTM

Chefe anuncia projeto para mudar nome do DTM na temporada 2021

O DTM está trabalhando para mudar de nome no futuro. De acordo com Gerhard Berger, chefão da categoria alemã, a intenção é que a mudança acontece na temporada 2021, e que estão trabalhando para isso

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
O DTM tem trabalhado para mudar o nome da categoria. Entretanto, a alteração deve acontecer apenas na temporada 2021, de acordo com declarações do ‘chefão’ Gerhard Berger.
 
Na etapa de Brands Hatch do último ano, o austríaco revelou que a categoria alemã estava considerando a mudança para refletir seu desejo de ser mais internacional. Então, as opções estavam sendo consideradas em 2019.
 
Ao ser questionado pelo site ‘Motorsport.com’ se o DTM ainda seguia com a intenção de trocar de nome, Berger afirmou que “estavam trabalhando nisso”, antes de confirmar que a novidade deve ser introduzida no campeonato de 2021.
 
A partir deste ano, a categoria alemã passou a usar um novo regulamento feito com o Super GT, categoria de turismo japonesa, o que abre a possibilidade de realizar provas em conjunto no futuro. “O próximo passo é estabilizar tudo na Europa, melhorar passo a passo”, falou Gerhard.
Berger diz que intenção é mudar nome do DTM em 2021 (Foto: DTM)
“Aqui [em Brands Hatch] temos mais pessoas do que no último ano, é ótimo, um bom passo. Mas é possível dar outro passo no próximo ano. Você precisa ter paixão, trabalhar duro. Em certos países da Europa, esse é um dos nossos maiores nomes”, seguiu.
 
“É importante para as fábricas receber a possibilidade de usar os custos de desenvolvimento [do regulamento unificado] em diferentes continentes e isso vai ser bom. Tudo leva tempo, você precisa criar um ritmo. Acredito que tudo está seguindo de uma boa maneira”, completou.
 
Com o desejo do DTM de se tornar mais mundial, houve comparações com o Campeonato Internacional de Carros de Turismo [ITCC], que nasceu em 1990 e acabou em 1996 por conta da debandada das marcas por conta do aumento dos gastos.
 
Ao falar sobre as comparações com a finada categoria, Berger disse que “com campeonatos mundiais, alguns bons, mas são ligados a altos custos de logística, e muitos desses projetos acabam por isso.”
 
“Se olhar para Fórmula 1 e MotoGP, eles têm grandes negócios em que a logística são feitos em boa maneira. Mas, pra nós, fazer uma corrida no Japão [em novembro, Fuji], precisamos voar com um avião jumbo, o que complica, dificulta e é caro”, continuou.
 
“Não aceitaria simplesmente virar e falar ‘ok, vamos fazer um campeonato mundial’. Vamos focar na Europa e nos tornar fortes na Europa, especialmente na Bretanha”, encerrou. 
 

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