Indy
13/06/2018 05:00

Newgarden admite desejo de guiar em “fascinante” F1, mas afirma: “Tenho um dos melhores empregos do mundo”

Josef Newgarden talvez seja a principal estrela do grid atual da Indy. Carismático e extremamente talentoso, é nome recorrente na discussão envolvendo pilotos que poderiam estar na F1. Ao GRANDE PRÊMIO, o americano falou da categoria máxima do automobilismo com bons olhos, mas está muito feliz na Penske
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GABRIEL CURTY, de São Paulo

Josef Newgarden é, provavelmente, o melhor piloto que surgiu nos últimos anos na Indy. Ainda jovem, o piloto do Tennessee é um dos mais carismáticos e populares do grid atual. Aos 27 anos, é natural que Newgarden seja apontado como a estrela da Indy e, principalmente, como um possível postulante à vaga na F1, ainda mais com a criação da equipe norte-americana Haas.
 
Está certo que foi apenas uma temporada, mas Newgarden teve lá sua experiência - com pouco sucesso - na Europa. O americano fez o campeonato de 2010 da GP3, ficou em 18º e logo retornou aos EUA, sendo campeão da Indy Lights no primeiro ano e já arrumando uma vaga na Indy com a equipe de Sarah Fisher. 
 
Dois anos excelentes na Carpenter transformaram Newgarden em um real postulante ao título e na bola da vez para a Penske. O americano foi, então, para o principal time do grid e não decepcionou, se sagrando campeão logo na primeira temporada. Agora, e a F1? Será que Josef ainda tem esse sonho? O GRANDE PRÊMIO conversou com o campeão da Indy. 
 
"Eu adoraria uma oportunidade de guiar um F1, é algo que eu sonhei a vida toda. Mais do que isso acho que dependeria muito do tamanho da chance que viesse. Eu atualmente tenho um dos melhores empregos do mundo, então tudo teria de ser bem pensado e discutido com Tim Cindric, Roger Penske. Mas não dá para negar que sou fascinado há tempos pela F1", disse ao GP.
Josef Newgarden até sonha com F1, mas precisa ser uma proposta daquelas (Foto: IndyCar)

Ainda, Newgarden falou de como está sendo seu ano de defesa do título. O sorridente piloto explicou que está sentindo mais diferenças fora do que dentro da pista.
 
"Não tenho sentido uma diferença tão grande nessa temporada como campeão na pista, mas em outras coisas, sim. Acho que eu estou bem mais confortável na Penske, em saber que eu dei a resposta que esperavam logo de cara, isso me deixou mais confortável com o pessoal", seguiu.
 
"Ser campeão não muda muito na minha confiança para este ano, na verdade. Eu preciso pensar corrida por corrida e aí no fim do ano precisamos estar brigando. O campeonato em si não altera muito isso, cada prova é uma história nova", completou.
 


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