F1
10/05/2018 12:28

Diretor da FIA fala em “mal necessário” no contexto atual da F1, mas sonha em abandonar DRS até temporada 2021

Diretor-técnico de monopostos da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), Nikolas Tombazis avaliou que o DRS é um mal necessário na F1 atual. O dirigente espera, no entanto, poder eliminar o dispositivo a partir de 2021
Warm Up
Redação GP, de São Paulo

Diretor-técnico de monopostos da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), Nikolas Tombazis classificou o DRS como um “mal necessário” na F1 atual. O dirigente admitiu, porém, que também sonha em eliminar o dispositivo.
 
Apesar da rejeição do dirigente ao recurso, a força do DRS foi aumentada com a mudança feita no regulamento aerodinâmico da F1 para os próximos dois anos, já que a busca é por facilitar ultrapassagens.
 
Depois de Ross Brawn, diretor-esportivo da F1, manifestar seu descontentamento com o DRS, Tombazis expressou sua concordância o dirigente, mas reconheceu que o recurso tem um papel importante no cenário atual. 
Diretor da FIA também espera ver o DRS eliminado da F1 até 2021 (Foto: Xavi Bonilla/Grande Prêmio)
“É certo que existe esse desconforto básico com o DRS, e eu compartilho isso também”, disse Tombazis. “Sei que Ross fez comentários similares”, seguiu.
 
“Nós achamos que o DRS é a coisa certa no estado atual das coisas. Para 2021, esperamos que os carros sejam muito mais capazes de seguir uns aos outros de perto, e será realmente bom se pudermos diminuir severamente o DRS no futuro, ou até mesmo eliminá-lo”, comentou. “Mas até estarmos em uma posição onde estamos confortáveis o bastante com a performance e com a maneira como os carros podem seguir uns aos outros, acho que é algo que eu talvez chamasse de um mal necessário no momento”, falou.
 
O dirigente acredita, no entanto, que o aumento do DRS vai ter um impacto positivo neste meio tempo até a eliminação.
 
“O efeito do DRS será aumentado em aproximadamente 25-30%”, apontou Tombazis. “O delta do arrasto do carro quando abre o DRS até o acionamento em relação ao atual será maior, então o delta da velocidade do carro que vem atrás será maior em consequência disso”, explicou.
 
“Daí a probabilidade de se aproximar do carro da frente será maior”, resumiu.
 
Diretor de provas da F1, Charlie Whiting explicou que a mudança que será feita no DRS tem como objetivo tornar sua utilização mais efetiva.
 
“A principal vantagem para nós é que poderemos tornar o DRS efetivo em retas mais curtas”, apontou Whiting. “No momento, estamos tentando aumentar as zonas onde podemos, em lugares como Melbourne, por exemplo, talvez uma zona extra de DRS no Canadá ― são os tipos de lugares onde essa força extra do DRS deve nos permitir fazê-los funcionar melhor”, seguiu.
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