Com Nasr na fila por vaga, Force India avisa que dinheiro não é prioridade e diz que vai analisar candidatos “pelo mérito”

A fila dos candidatos à vaga deixada por Nico Hülkenberg na Force India só aumenta: Esteban Ocon, Pascal Wehrlein, Felipe Nasr, Marcus Ericsson e até Jolyon Palmer surgem como postulantes. Mas Bob Fernley reiterou que a decisão caberá ao dono da equipe, Vijay Mallya, e garantiu que o dinheiro não vai ser o fator que determinará o companheiro de Sergio Pérez em 2017

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A anunciada saída de Nico Hülkenberg da Force India rumo à Renault ao fim da temporada 2016 deu início a uma verdadeira novela sobre a definição do seu substituto para o ano que vem. Vários nomes se colocam na fila pelo cobiçado assento da equipe que hoje ocupa o quarto lugar do Mundial de Construtores. Esteban Ocon, Pascal Wehrlein, Kevin Magnussen, Jolyon Palmer, Marcus Ericsson e Felipe Nasr surgem como postulantes, com a informação vinda da imprensa europeia, endossada pelo jornalista Reginaldo Leme, de que o brasileiro surge como o favorito à desejada vaga. Mas, se depender da Force India, o novo piloto não será escolhido apenas pelo poderio financeiro dos seus patrocinadores, mas por mérito próprio.
 
No momento, a grande prioridade da Force India é fazer uma grande corrida neste fim de semana no México. Não apenas por ser a terra de Sergio Pérez, mas sobretudo dos vários patrocinadores, a maioria deles do conglomerado de empresas de Carlos Slim, o grande apoiador do automobilismo asteca e do próprio Pérez. Mas, passada a jornada no Hermanos Rodríguez, o próximo passo será definir o substituto de Hülkenberg.

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A batalha pela vaga deixada por Hülkenberg está pra lá de acirrada na Force India (Foto: Force India)
Questionado pela revista britânica ‘Autosport’ sobre os pilotos acima citados, Bob Fernley, chefe-adjunto da Force India, admitiu que “todas as opções” estão em consideração, mas afirmou. “O fato é que a decisão é de [Vijay] Mallya — dono da equipe — e não vamos discutir e analisar isso até que voltemos do México e sentemos com ele”, afirmou o britânico.
 
“As especulações não têm impacto algum para nós, porque, no fim das contas, o que vale é o que ele diz”, garantiu Fernley. O dirigente, contudo, deixou claro que não há a menor preocupação com a situação financeira da equipe, ainda mais se a Force India chegar ao quarto lugar do Mundial de Construtores, o que vai lhe garantir uma premiação ainda maior por parte da FOM (Formula One Management).
 
Fernley lembrou que, diferente de Pérez, Nico Hülkenberg praticamente não levou patrocínios para a equipe e indicou que seu substituto pode se enquadrar em situação semelhante. “No fim das contas, Nico não trouxe dinheiro, portanto isso não vai fazer a diferença para nós e para os nossos planos no ano que vem”, assegurou.
 
“O que há é uma folha de papel em branco, e Vijay vai analisar para cada pessoa com base no mérito”, concluiu o chefe-adjunto da Force India, que espera anunciar seu novo piloto no intervalo entre os GPs do México e do Brasil, nas próximas duas semanas.
 
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