F-E
17/05/2018 08:24

Mercedes revela uso da estrutura da F1 no desenvolvimento de projeto na FE: “O know-how nos dá a base perfeita”

A Mercedes vai aproveitar a estrutura de sucesso da F1, que já tem conhecimento de tecnologias híbridas, para facilitar a vida na FE, onde estreia na temporada 2019/20. Toto Wolff, chefe da marca na divisão de automobilismo, destaca a importância da parceria para encarar a forte concorrência do certame elétrico
Warm Up
Redação GP, de Porto Alegre

A Mercedes vai usar seu projeto de maior sucesso, a F1, para alavancar o crescimento na FE. A equipe anunciou nesta quinta-feira (17) a intenção de usar a estrutura das fábricas de Brackley e Brixworth, hoje focadas no desenvolvimento de carro e motor para a F1, também para o estudo de tecnologias voltadas ao certame elétrico.
 
O trem de força, uma das raras peças modificáveis dos carros da FE, vai ser desenvolvido em Brixworth, justamente onde o poderoso V6 Turbo da F1 foi criado. A marca alemã acredita que o desenvolvimento do sistema de recuperação de energia – o ERS – rendeu aos engenheiros um importante aprendizado a respeito de motores elétricos e aplicação de energia híbrida no automobilismo.
 
“O know-how combinado da família Mercedes em Affalterbach [sede da HWA, equipe satélite da Mercedes], Brixworth e Brackley nos dá a base perfeita para a nova equipe Mercedes de Fórmula E”, disse Toto Wolff, chefe da Mercedes em toda a divisão de automobilismo. Não consigo imaginar uma combinação melhor para encarar esse tipo de projeto”, seguiu.
A estrutura de sucesso da F1 vai servir também para a FE (Foto: Beto Issa)

“A FE é um campeonato único, com desafios bem específicos para suas equipes. Sabemos que o nível de competitividade é extremamente alto, então vamos enfrentar esse desafio com energia e humildade. Não poderia ser outra a abordagem quando pensamos que vamos enfrentar dez montadoras competitivas, muitas delas já com experiência de anos no campeonato”, encerrou.
 
A Mercedes começa a engatinhar na FE já na temporada 2018/19, quando a HWA passa a fazer parte do grid. A tradicional equipe satélite estreia um ano antes da estreia da montadora em si, com o objetivo de já acumular aprendizado. Em 2019/20, mais estável, a HWA deixa de usar equipamento da Venturi para receber o trem de força de fábrica da Mercedes.
 
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